Lei de Murphy é um adágio ou epigrama da cultura ocidental que normalmente é citada como: "Qualquer coisa que possa correr mal, ocorrerá mal, no pior momento possível". 

   O criador dessa lei foi o capitão da Força Aérea americana, Edward Murphy, e também foi a primeira vítima conhecida de sua própria lei. Ele era um dos engenheiros envolvidos nos testes sobre os efeitos da desaceleração rápida em piloto de aeronaves.

   Para poder fazer essa medição, construiu um equipamento que registrava os batimentos cardíacos e a respiração dos pilotos. O aparelho foi instalado por um técnico, mas simplesmente ocorreu uma pane, com isso Murphy foi chamado para consertar o equipamento, descobriu que a instalação estava toda errada, daí formulou a sua lei que dizia: “Se alguma coisa tem a mais remota chance de dar errado, certamente dará”.

As principais Leis de Murphy:

Se alguma coisa pode dar errado, dará. E mais, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo que cause o maior dano possível.
Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar o telefone.
A informação mais necessária é sempre a menos disponível.
O pessimista se queixa do vento, o otimista espera que ele mude, o realista ajusta as velas e quem conhece Murphy não faz nada.
A fila do lado sempre anda mais rápido.
Se você está se sentindo bem, não se preocupe. Isso passa.
Se a experiência funcionou na primeira tentativa, tem algo errado.
Você sempre acha algo no último lugar que procura.
Toda partícula que voa sempre encontra um olho.
Se está escrito Tamanho único, é porque não serve em ninguém.
Não é possível sanar um defeito antes das 17 e 30h da sexta-feira. O defeito será facilmente sanado as 9 e 01h da segunda-feira.
A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.
O gato sempre cai em pé.
Não adianta amarrar o pão com manteiga nas costas do gato e o jogar no carpete. Provavelmente o gato comerá o pão antes de cair em pé.

É inegável que tanto essa lei como as que vieram depois, têm sua principal explicação na memória seletiva e em tendências nossas, como a inclinação à negatividade, que nos faz temer e recordar mais os casos negativos que os positivos ou neutros e  que nos faz levar em conta só os exemplos que confirmam nossas crenças.


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